sexta-feira, 6 de março de 2015

Champions League: Busto, Vakifbank e Eczacıbaşı Vitra vencem



Unendo Yamamay Busto Arsizio fez uma partida impecável contra o time russo Dinamo Moscow e venceu de lavada a primeira partida dos Playoff 6 da Champions League. Quantas pessoas esperavam por isso?!

A equipe italiana já começou mostrando a que veio no primeiro set e venceu as favoritas por 25 a 14. O time italiano trabalhou bem em todos os fundamentos e o Dinamo Moscow não soube como encontrar uma forma de virar o set.  mostrou sua performance  team showed stunning performance in the first set and left favorites from Moscow at 14 points.


No segundo set o Dínamo parecia ter voltado ao posto de favorito e chegou a abrir 4-1 sobre o Busto, mas não conseguiu manter essa vantagem por muito tempo e acabou perdendo o set por 25-22.

Aparentemente, no terceiro set, o Dínamo perdeu sua energia e força no set anterior, enquanto as donas da casa continuaram a jogar com o mesmo ímpeto que iniciaram vencendo o terceiro set e consequentemente a partida por 25-18. 

Diouf teve um desempenho de destaque e deixou a quadra com 15 pontos. Goncharova, por sua vez, computou 14 para as visitantes. A dupla volta a duelar no próximo dia 12, no confronto de volta. Em casa, diante de sua torcida, o Dínamo precisa devolver os 3 a 0 para provocar o golden set. O Busto, em boa situação, só depende de um set para comemorar a classificação à Fase Final.


O Eczacibasi-TUR começou com o pé direito os Playoffs 6 da Liga dos Campeões. Mesmo sem fazer sua melhor apresentação, a equipe de Istambul jogou o suficiente para derrotar o Volero Zurich-SUI, nesta quinta-feira (5), diante da torcida. Foram 3 sets a 0, com parciais de 25/21, 25/19 e 25/22.

As meninas de Giovanni Caprara custaram a soltar seu jogo. E o cenário só não ficou mais difícil porque as suíças erraram muito. Foram 12 pontos dados de presente só no primeiro set. Para competir de igual para igual, a turma de Rykhliuk entendeu que era preciso minimizar as falhas. E assim o fez.

Do segundo set em diante, o Volero fez o Eczacibasi correr atrás dos próprios pontos. Apesar de falharem mais, as anfitriãs compensaram com a superioridade técnica, bem como com o maior apetite ofensivo. De La Cruz fez 15 pontos, número que lhe rendeu o status de maior pontuadora do duelo. Rykhliuk, por sua vez, marcou 14.

O jogo de volta é no próximo dia 12, na Suíça. Com mais um resultado positivo, o Eczacibasi compra as passagens para a Polônia, país que sedia o Final Four da edição 2014/15. Às suíças, só o 3 a 0 interessa para provocar a disputa do golden set.

Uma vitória separa o VakifBank-TUR do Final Four da Liga dos Campeões. A situação ficou favorável ao time de Sheilla após o clássico com o Fenerbahce, disputado nesta quinta-feira (5), em Istambul (TUR). O primeiro encontro dos Playoffs 6, como se previa, foi dos mais equilibrados.

Mas, no final, quem cantou vitória foi o elenco de preto, vitorioso em 3 sets a 1 (25/23, 28/26, 19/25 e 25/16). O jogo de volta está marcado para o dia 12, desta vez na casa das Yellow Angels. E só a vitória por 3 a 0 interessa para Kim, Lo Bianco e companhia chegarem à Fase Final.

A equipe de Sheilla, por sua vez, joga pelo 3 a 2. Mas o desafio tende a ser ainda mais difícil, como se desenhou nos dois primeiros sets. Com ponto lá e ponto cá, com direito a polêmicas em razão das marcações duvidosas da arbitragem, as comandadas de Giovanni Guidetti foram mais frias no trecho final para abrir 2 a 0.

Kim resolveu colocar mais emoção na partida a partir do terceiro set, todo dominado pelas canarinhos. A vitória, porém, não foi o bastante para o Fenerbahce levar o clássico para o tie-break. Errando muito, as visitante deixaram as oponentes abrirem grande vantagem no quarto set. Nem o cochilo do VakifBank no final foi o bastante para se evitar o 3 a 1.

fonte: saqueviagem.com, cev.lu

Superliga: Sesi-SP recebe Osasco em jogo que pode definir classificação final



Faltam apenas dois jogos para o término do turno de classificação da Superliga Feminina e o time feminino de vôlei do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) sabe que não pode perder nenhum ponto, sob o risco de cair de posição e perder a vantagem de mando de quadra nos playoffs. Atualmente na segunda colocação com 55 pontos, mesmo que perca o clássico de sexta-feira (6/3) contra o Molico Osasco, às 21h30, na Vila Leopoldina, o Sesi-SP não cai para terceiro, mas terá que torcer contra as rivais, que possuem um jogo a menos, para se manter na vice-liderança. Após o duelo de sexta, as meninas da Vila terão apenas mais um jogo, contra o líder Rexona, fora de casa, dia 13/3. O Osasco, por sua vez, terá duas partidas: contra as cariocas e o confronto com São José fechando a fase.

Após o revés de terça-feira (3/3) contra o Praia Clube, uma derrota não passa pela cabeça do Sesi-SP. Para a levantadora Carol Albuquerque, o último jogo em Uberlândia serviu para acordar a equipe em momento crucial da Superliga.

“O resultado atrapalhou, ninguém queria perder, mas serviu como um alerta. Temos que entrar muito mais fortes sexta, contra o Osasco, para tentar os três pontos”, disse Carol, que já prevê como será a partida contra as rivais de São Paulo.

“É uma briga direta contra o Osasco agora. Elas virão com o time completo e a partida será decisiva para ver se mantemos o segundo lugar. Vai ser um jogão, com certeza, muito nervoso, com muita disputa dentro de quadra e a rivalidade toda. Elas estão em momento melhor, ganharam do Praia de três a zero e a gente perdeu, mas temos conjunto e time para brigar de igual”.

Nas últimas cinco partidas, o Sesi-SP levou vantagem sobre o Osasco. E durante a Superliga, as meninas da Vila sempre estiveram acima na tabela. Para Carol, o favorito é o outro time, com mais tradição, investimento e craques em quadra.

“O Sesi-SP não é favorito. Não mesmo. Favoritas são elas, pelo elenco cheio de atletas da seleção, pelo investimento maior feito e pelo histórico. Mas nós temos time e já mostramos que podemos igualar o jogo, e é o que vamos fazer”, finalizou a veterana levantadora de 37 anos.

No primeiro turno da Superliga, o Sesi-SP venceu o Osasco fora de casa pelo placar de três sets a zero. O jogo terá transmissão ao vivo pelo SporTV.

Superliga: Rio do Sul acredita na união para superar Brasília



Para enfrentar o Brasília/Vôlei (DF) nesta sexta-feira (6) pela 10ª rodada do returno da Superliga em casa, Rio do Sul/Equibrasil vai usar de três grandes qualidades para tentar um resultado positivo: A união do grupo, a coragem para reverter situações difíceis e a força da torcida. Na noite de amanhã, Rio do Sul entra em quadra às 20h15 com o objetivo de tentar somar pontos e retomar a nona colocação na competição nacional. Mas para isso, terá que tentar a vitória diante do adversário visitante.

Os ingressos estão à venda por R$ 15 de forma antecipada em pontos espalhados pela cidade. E na hora do jogo, a venda de entradas terá o mesmo valor na bilheteria do ginásio.

A derrota para o São Bernardo na última rodada ficou para trás na visão da capitã e maior sacadora da Superliga, Mimi Sosa. A central argentina prevê um desafio grande diante de Brasília, mas prefere atenuar todas as qualidades que o time tem demonstrado nesta reta final da Superliga. “O grupo está focado, tranquilo e unido. Temos capacidade de fazer melhor do que no último jogo e temos determinação para que isso aconteça”, revela a jogadora.

Ela confia que a energia que vem de fora da quadra também poderá contagiar a equipe. “Nosso torcedor joga junto, nos incentiva sempre, então a gente sabe como é especial jogar em casa e nos dedicarmos cada vez mais”, observa.

Otimista, mas ainda incomodado pelo excesso de erros em jogos passados, o técnico Spencer Lee tem conversado com as jogadoras e trabalhado firme nos treinamentos para mudar este retrospecto. “O fim da temporada está pesado para todos nós, e as meninas estão sentindo o desgaste natural do campeonato. Nossa preparação começou há muitos meses e com folgas reduzidas, temos mais desafios. Só que é importante foco, luta, coragem e determinação para conseguirmos nossas vitórias”, comenta o treinador.

Rio do Sul/Equibrasil está em 10° lugar na Superliga com 18 pontos, dois a menos do que o São Bernardo/Vôlei (SP). Maranhão/Cemar vem logo atrás em 11° com 14 pontos. O regulamento da competição prevê que times classificados até o 10° lugar estão garantidos na próxima edição da Superliga.

Superliga: Osasco terá Sesi-SP pela frente


Em franca ascensão na Superliga, o MOLICO/Nestlé está pronto para encarar o desafio diante do Sesi-SP, nesta sexta-feira (6), às 21h30, no ginásio da Vila Leopoldina, em São Paulo, pela 11ª rodada do segundo turno. Com uma semana completa de treinos, o time de Osasco está motivado para encarar o adversário e dar sequência ao bom momento na competição. As comandadas de Luizomar somam seis vitórias consecutivas, algumas delas na base da superação, o que comprova a força do grupo. Com 50 pontos, Thaisa e suas companheiras ocupam a terceira posição e terão pela frente o vice-líder, com 55.

Dani Lins fará seu primeiro jogo contra o ex-time e garante que sua preparação mental é a mesma em relação aos outros confrontos. "Estou motivada para jogar da mesma forma que contra o Dentil/Praia Clube e as demais partidas. O sentimento é de querer ganhar, garantir mais pontos e chegar bem aos playoffs. Estamos vindo de boas vitórias, inclusive de virada, como diante do Pinheiros, e precisamos manter esse crescimento. O Sesi tem boas jogadoras, está fazendo um bom campeonato e, por isso, temos que tomar todo o cuidado", afirma a levantadora, que esteve lesionada nos duelos contra o Sesi na Copa Brasil e no primeiro turno da Superliga.

Camila Brait aponta a semana de trabalho para neutralizar as jogadas do adversário. "O clássico sempre traz uma grande motivação e será um jogo difícil, ainda mais porque estão vindo de uma derrota e vão fazer de tudo para vencer nossa equipe. Estamos estudando bastante e sabemos as armas que elas podem usar contra a gente. Tivemos uma semana completa de treinos e estamos preparadas. O time está em ascensão e queremos fazer boas partidas nesta fase decisiva da Superliga", diz a líbero, que lidera as estatísticas da CBV nos fundamentos defesa e recepção, com 46,59% e 51,20% de eficiência, respectivamente.

O MOLICO/Nestlé soma oito vitórias e somente uma derrota nas nove rodadas do segundo turno. Na classificação geral, são 18 resultados positivos em 21 partidas, com 55 sets vencidos e 18 perdidos. A capitã Thaisa e suas companheiras ganharam 13 vezes por 3 sets a 0, uma por 3 a 1, e quatro por 3 a 2. O time de Osasco é o primeiro colocado no fundamento bloqueio, com 278 pontos diretos e 27,07% de aproveitamento. No primeiro turno, no José Liberatti, a equipe paulistana venceu por 3 sets a 0 (25/22, 25/13 e 25/17)

quarta-feira, 4 de março de 2015

Vôlei Internacional: Sarah Pavan deixa a quadra de vez pelo sonho olímpico no vôlei de praia



Há dois anos, Sarah Pavan recebeu um convite da Federação Canadense para deixar a quadra e iniciar um projeto no vôlei de praia. Tentada pelo sonho de disputar os Jogos de 2016, chegou a anunciar que deixaria o indoor, mas acabou renovando com o Rio de Janeiro, por onde havia sido campeã da Superliga em 2012/2013 e acabou levando a taça em 2013/2014. Quando enfim deixou a equipe, passou um período no GS Caltex, da Coreia do Sul. Até então ela levava uma vida dupla, conciliando as duas modalidades, mas após o título do Circuito Canadense no ano passado, chegou a hora de deixar a quadra para trás e focar na praia ao lado de Heather Bansley em 2015.

- Eu tive muita sorte de poder continuar jogando vôlei de quadra enquanto iniciava na praia. Essa temporada (2014/2015) será minha primeira longe da quadra, então será interessante ver como eu me sentirei. Heather e eu ainda não temos títulos da FIVB (internacionais, como Grand Slam ou do Circuito Mundial), mas ganhamos o nacional. Até essa temporada, não tive muito tempo para treino de pré-temporada, então os nossos resultados foram até decentes. Temos muito o que melhorar e esperamos ter mais resultados positivos. Sair da quadra para praia é difícil. São esportes diferentes e meu corpo ainda está se ajustando, mas tudo bem - relatou a canadense.


A missão, é claro, é estar nas Olimpíadas do Rio 2016. Com 18 anos, ela chegou a disputar a vaga pelo Canadá para os Jogos de Atenas 2004, mas sua seleção acabou fora por muito pouco. Depois, durante o curso de bioquímica na Universidade de Nebraska, nos Estados Unidos, ela seguiu jogando e se aprimorando. Sarah se formou em 2008, ano das Olimpíadas de Pequim, mas, novamente, sua equipe não se classificou. O mesmo aconteceu em Londres 2012, quando fechou com o Rio de Janeiro para a Superliga.


Por isso, ela percebeu que as chances de estar em sua "segunda casa", o Rio de Janeiro, nos Jogos de 2016, são muito maiores no vôlei de praia. No indoor, os canadenses só estiveram nas edições de 1976, 1984 e 1996 das Olimpíadas.

- Seria muito especial para mim jogar no Rio. Obviamente, não será o mesmo que para as brasileiras, mas chamei o Rio de casa por dois anos e tem um lugar especial no meu coração. Seria uma honra representar meu país em minha "segunda casa". Nesse ponto da minha carreira, alcancei tudo que queria, exceto as Olimpíadas, e é meu grande objetivo. Para garantir um lugar, precisamos de mais consistência e ajustes no nosso jogo. Precisamos estar mais confortáveis em situações desconfortáveis. Mas estou confiante que estaremos lá e que será um bom ano para nós.

Ao lado de Heather Bansley, Sarah está treinando em instalações esportivas que serão usadas no Pan de Toronto, em julho, classificadas como "ótimas" por ela. O torneio, aliás, está no planejamento da dupla.

- Só um time canadense estará no torneio, e os próximos meses vão determinar quem estará lá, mas eu e Heather temos esperança de ser o time escolhido. O torneio tem uma data complicado no calendário, já que tem um Grand Slam da FIVB na mesma semana, mas vamos decidir se tivermos que tomar a decisão - concluiu a atleta de 27 anos.




Fonte: Globoesporte.com